
Sir Clive Sinclair, o inventor dos primeiros modelos de calculadora eletrônica de bolso, do computador Sinclair ZX80, que revolucionou o campo dos microcomputadores, do Spectrum, o primeiro micro de sua categoria com condições de produzir cor, em entrevista ao jornal The Guardian, admitiu não usar computadores.
Sinclair ainda disse que os seus emails são lidos para ele, e não titubeou em classificar os computadores de hoje em dia como “uma perda de tempo”, com sua memória, tempo necessário para ligar e “designs desoladores”.
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02/03/2010 às 23:50
Que cara doido !!
Não usa PC porque acha que é perda de tempo !!
Então ele cria uma super maquina para gastar o tempo dos outros que a usam !!
03/03/2010 às 22:14
rsrs !!
Concordo com Você.
04/03/2010 às 0:17
LoL!
Porque ele não manda imprimir os emails dele, e ele mesmo lê ?
27/05/2010 às 22:03
Talvez vocês não tenham conhecido o velho Sinclair e sua genialidade.
Ele conseguiu fazer com que um computador com teclado de membrana e baseado no processado Z80 da Zilog pudesse fazer TUDO o que se poderia esperar de um computador doméstico.
O Basic residente em ROM era de uma abrangência desconcertante, sendo que todas as teclas tinham funções especiais, entre elas os comandos do Basic.
Uma implementação de Basic muito inteligente, onde eram permitidas decisões booleanas complexas na mesma linha de código.
A partir do Sinclair, TODOS os computadores passaram a ter teclados de membranas, mas ninguém conseguiu NUNCA MAIS implementar uma linguagem de programação tão poderosa e ao mesmo tempo tão simples.
E apesar do exagero, uma vez que um Sinclair fosse ligado na tomada ele já estava perfeitamente funcional, o que não acontece com os computadores chamados "modernos".
Modernamente um programa em Visual Basic contendo um cadastro de clientes leva tanto tempo para ser acessado a partir do zero, e consome tantos recursos da máquina, que ralmente não há a mínima chance de fazermos qualquer comparação.
Em um TK-85 um programa desses ocupava menos de 1KB de memória (isso mesmo: 01 kiloByte!…)
Porisso a impaciência de Sir Clive Sinclair.